Na Natureza encontro muitas lições de vida. Esta é uma delas.
Tentar "descobrir a música que se toca dentro do nosso corpo, inaudivelmente, apesar dos ruídos da estática que enchem o nosso espaço". Rubem Alves
quinta-feira, junho 28, 2007
Flores
Na Natureza encontro muitas lições de vida. Esta é uma delas.
quarta-feira, junho 13, 2007
Aprender Alemão! Porquê?
As professoras de Alemão da minha escola organizaram hoje uma acção de sensibilização de potenciais novos alunos desta língua estrangeira, no próximo ano lectivo.A nossa escola já teve mais de vinte turmas de Alemão . Hoje tem apenas nove.
As razões deste declínio são diversas.
Em primeiro lugar, os cursos superiores de Línguas e Literaturas foram sendo encerrados pelas Universidades. Erradamente, em minha modesta opinião. Não existiam apenas para 'fornecer' diplomados para o mercado de trabalho, em especial a carreira docente. Ainda há dias ouvi o Professor Adriano Moreira, e ele devia ser escutado com a máxima atenção por este nosso país, tamanha é a dimensão da sua sabedoria e bom senso, que as Humanidades - Filosofia, História, Línguas, Literaturas... passaram a não ter grande procura mas não são dispensáveis.
Em segundo lugar, os alunos consideram que a língua alemã é difícil e, temendo não obter uma classificação alta, preferem outras opções, que não ponham em causa o seu acesso ao ensino superior.
Por outro lado ainda, e como razão talvez das mais importantes, não tem havido a capacidade, por parte de quem tem o poder de decisão, de estar atento ao facto incontornável de que a língua mais falada na Europa é precisamente o Alemão, para além de que muitas das transações comerciais e negócios são efectuados com ou a partir de países de língua alemã.
Na Madeira reside uma colónia expressiva de alemães, austríacos e suiços e, para carreiras ligadas ao turismo, os conhecimentos de língua alemã são factor preferencial.
O Alemão está quase 'em extinção', nas escolas portuguesas. Deste modo ficarão, os mais jovens, privados da oportunidade de aprender uma língua importantissima, veículo de transmissão de culturas ricas e multifacetadas e de uma mais-valia para o seu futuro.
Erro enorme. Como tantos, do qual só nos aperceberemos porventura tarde demais.
terça-feira, junho 12, 2007
As meninas já não aprendem como outrora...

http://www.niagaraartcollection.com/Photo_gif/girl-at-piano.jpg
Pelo menos a minha, não!
Ela prefere saber como se fazem os pilares para construir pontes!
Como os tempos estão mudados!!!
Ainda por cima aprende com o melhor construtor de pontes de Portugal, conhecido até como 'O Rei das pontes'!... Ver aqui mais sobre este madeirense ilustre.
Ai, quem me dera!
http://www.peniche.oestedigital.pt/Quem me dera em Lisboa, hoje!
Para comer sardinhas assadas,
ver as Marchas Populares
e agradecer a Santo António
com os 'pequenos',
que estão a festejar
o 1º ano do resto das suas vidas...
segunda-feira, junho 11, 2007
Divulgar para ajudar
Até 22 de Junho decorre a campanha de recolha de radiografias da AMI.Esta campanha vai tentar juntar o maior número possível de radiografias com mais de cinco anos ou sem valor clínico, em milhares de farmácias e juntas de freguesia de todo o país. Posteriormente, serão recicladas. Neste processo, a prata é separada, obtendo-se por cada 10 toneladas de radiografias recicladas, cerca de 10 kg de prata. Esta é depois vendida nos mercados internacionais, garantindo assim uma fonte de recursos importante para a prossecução do trabalho humanitário da AMI, ao mesmo tempo que se contribui para a preservação do ambiente. Na Campanha de 2006, a AMI conseguiu recolher 83 toneladas que resultaram na angariação de 111 mil euros.
Descubra as diferenças
O que importa é
carinho,
ternura,
segurança,
protecção,
amor!
domingo, junho 10, 2007
Quem acredita no Pai Natal...
Na Finlândia o Pai Natal tem uma casa «Korvatunturi», na Lapónia.Foi construída em 1927.
Eu estive na Finlândia mas não fui lá mais a norte, à procura da casa do Pai Natal.
Mas lá que ele existe, existe!
Festival do Atlântico
Podem ter a certeza: aqui, na Madeira, a vida nunca é monótona.Este mês decorre o Festival do Atlântico: em quatro sábados (o 1º foi ontem) podemos assistir a espectáculos de fogo-de-artifício coordenados com música. Sobre a baía do Funchal, o efeito é soberbo!
O Festival do Atlântico integra ainda o anteriormente denominado Festival de Música da Madeira, pelo que a dificuldade, aqui, é não conseguir 'ir a todas'!...
Grande Camões!!

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança;
todo o Mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esperança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem (se algum houve), as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e, enfim, converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor espanto,
que não se muda já como soía.
sábado, junho 09, 2007
Desafio
Para quem ainda não sabe de que se trata, faço aqui copy/paste do texto esclarecedor que vi no blog do Tozé:
Um "meme" é um "gen ou gene cultural" que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma. Simplificando: é um comentário, uma frase, uma ideia que rapidamente é propagada pela Web, usualmente por meio de blogues.
O neologismo "memes" foi criado por Richard Dawkins dada a sua semelhança fonética com o termo "genes".
Posto isto, devo dizer que o meu meme se relaciona com o tempo e o que devemos fazer dele.
Também uma das frases que escolhi no início do blogue tem a ver com o tempo e com a sensação, quase angustiante, de que o tempo nos foje, quando ainda temos tanto para fazer...
Aproveita o teu dia. Cada minuto de cada hora.
Aproveita.
Não o deixes fugir.
Ele está aí na tua frente.
Agarra-o!
quarta-feira, junho 06, 2007
Serei eu ?

Descritivo: ‘Domo é uma nova linha de mesa com design moderno e minimalista, de formas esféricas e abobadadas com alguns detalhes vincados para criar contraste.
Os pratos são de um tamanho generoso, com formas coupe gentilmente curvas, soberbamente elegantes e refinadas, especialmente concebidas para a arte de apresentação de comida.
Ao ler o descritivo, abstraindo do facto de se referir a um serviço de porcelana, achei que estava perante um descritivo... de mim própria.
Acho que vou passar a conviver melhor com o meu excesso de peso: tamanho generoso, formas ligeiramente curvas, elegantes, refinadas... É isso!! Sou eu!
É isso que ele é

Um Tawny envelhecido
Estes vinhos envelhecem dentro de cascos de carvalho durante mais tempo do que os normais três anos. Assim, um Tawny pode ter 10, 20, 30, 40 anos...Quanto mais velhos eles forem, mais claras se tornam as suas cores e mais complexos e licorosos ficam os seus sabores: mel, canela, chocolate, madeira... O rasto deixado por estes vinhos na boca do provador é inconfundível. Os Tawnies envelhecidos encontram-se entre os Vinhos do Porto mais caros do mercado.
Simão Cireneu é um Vinho do Porto,um Tawny envelhecido! Envelheceu para ficar cada ano melhor. Quanto mais velho , mais claras as suas cores, mais complexo e licoroso o seu sabor... Ah, quem provou este vinho, guardou na boca um rasto inconfundível!Mas quem tiver na sua cave um vinho desta qualidade, não o consumirá. Antes lá descerá, tempos a tempos, para o admirar, feliz por poder contemplar o seu tesouro, na verdade não o possuindo, pois que só o tempo, realmente, o possui.
Simão Cireneu não se dá, não se oferece, não se partilha, não se gasta.
Guarda-se. A sete chaves.
Está certo, Eugénio de Castro
Homem, que fazes tu? Para quê tanta lida,
Tão doidas ambições, tanto ódio e tanta ameaça?
Procuremos somente a Beleza, que a vida
É um punhado infantil de areia ressequida,
Um som de água ou de bronze e uma sombra que passa...
Intolerâncias alimentares
Ontem tomei o rumo da farmácia, fora do Funchal, onde sabia que se realiza o YORKTEST, um teste enviado para Inglaterra e que determina quais o alimentos aos quais temos intolerância. Daqui a um mês, mais ou menos, terei o resultado. Vou saber então se devo deixar de comer determinados alimentos, pois se os ingerir acumulo toxinas prejudiciais ao meu organismo, o que se traduz em problemas vários, os mais comuns ligados a sensação de fadiga e falta de energia, em especial após as refeições, rinites, tosse e outros sintomas de origem muitas vezes indeterminada e uma série de outras situações que prejudicam a qualidade de vida e a saúde.Não sei o que isto tudo vai dar... Se é verdade que somos o que comemos, talvez uma alimentação mais correcta possa, de facto, contribuir para um maior bem estar. Em Inglaterra o Yorktest já é ralizado há mais de 25 anos com bons resultados na prevenção. Em Portugal ainda não apostamos muito nessa vertente. Deixamos que os problemas apareçam, para depois os tratarmos. Com medicamentos.
Paguei caro pelo teste, mas espero poupar em terapeuticas dispendiosas mais tarde. E ganhar a vitalidade que me vai faltando.
Dos resultados darei notícia. Quem sabe se ainda construirei alguma cidade?...
Do frio e do calor
Por isso penso que me adaptaria à vida num clima frio. Mas com sol! Esse, é indispensável à manutenção do meu bom humor e vitalidade. Sol e frio, aí estão os ingredientes para dias magníficos, na minha cotação.
A Primavera na Finlândia apresentava-se assim, quando há dias a visitei, estreando o meu contacto com as paragens nórdicas que nunca antes tivera oportunidade de conhecer. Agradaram-me os dias frios mas de céu azul e sol brilhante, o verde e as flores por todo o lado exuberantes.
Sempre me pareceu que os habitantes dos climas frios são dotados de uma resistência que se traduz em determinação e capacidade empreendedora. Não deveria generalizar, pois nos climas quentes também não se passa o tempo deitado à sombra da bananeira ou do coqueiro e há que fazer pela vida. Mas quando penso na 'siesta' dos mexicanos ou no silêncio deserto das ruas alentejanas no início das tardes de verão, não posso deixar de compreender que, debaixo dos 40ºC, pouco mais se pode fazer do que...descansar e esperar que refresque. Em contraste, os finlandeses mergulham na água gelada depois da sauna e acham a prática revigorante!...
Enfim, ainda bem que o destino me trouxe para paragens temperadas. Aqui na Madeira, nem o calor é excessivo, nem o frio atrapalha. Opto por ficar por aqui :D
sábado, junho 02, 2007
Ummm, o chocolate!!


E porque Álvaro de Campos insistia, na minha memória, comi chocolates. Mas não deitei nada para o chão, muito menos a vida.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
sexta-feira, junho 01, 2007
Dia da Criança
Vale a pena ouvir esta criança...e outras.Com toda a atenção. Não apenas hoje, Dia da Criança, mas todos os dias. Porque as crianças têm sempre algo de importante para nos dizer.Falam-nos do que já esquecemos ou daquilo a que deixámos de ligar...
Primavera em Helsinki
domingo, maio 13, 2007
Seguimos o (meu) cherne!


Em tempo declaro que as imagens aqui exibidas registam o nosso menu familiar no passado Dia da Mãe: Sopa de Cherne e Cherne assado.
Estava eu a aviar-me na 'banca do peixe fino', quando chegou uma amiga que me recomendou aquele peixe ali, que é delicioso. Era um peixão grande, de pele escura, que eu não reconhecia, assim, antes de estar decapitado, feito às postas e servido nos restaurantes. Que peixe é?, perguntei-lhe. Olha, nunca me lembro do nome dele, mas tu sabes de certeza, é aquele do Durão Barroso!
Ahhh! Cherne!! Já sei, vou experimentar então.
E, já agora, aqui fica o poema do O'Neill, nosso grande poeta surrealista, para quem não conheça ou queira recordar o episódio patético no qual, há uns anos, a Sra Durão Barroso sugeria que seguissemos o cherne ( o grande -!- líder, o marido dela) o que, por sorte, não fizemos, senão teríamos todos rumado a Bruxelas, pouco tempo depois...
Sigamos o cherne, minha Amiga!
Desçamos ao fundo do desejo
Atrás de muito mais que a fantasia
E aceitemos, até, do cherne um beijo,
Senão já com amor, com alegria...
Em cada um de nós circula o cheme,
Quase sempre mentido e olvidado.
Em água silenciosa de passado
Circula o cheme: traído
Peixe recalcado...
Sigamos, pois, o cherne, antes que venha,
Já morto, boiar ao lume de água,
Nos olhos rasos de água,
Quando, mentido o cherne a vida inteira,
Não somos mais que solidão e mágoa...
Alexandre O'Neill, No Reino da Dinamarca
sábado, maio 12, 2007
Há um ano atrás
A asneira é livre, mas oiçam o bom senso!
CALEM-ME A CRIANCINHA QUE NÃO CONSIGO MASTIGAR
João Miguel Tavares
Jornalista
Estava Miguel Sousa Tavares na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco quando da sua boca saltou esta pérola: o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio. Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta? Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora.
Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida. É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso. Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar.
O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano. Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe. Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar.
Festa do Desporto Escolar
Decorre no Funchal a Festa do Desporto Escolar, como acontece todos os anos, em data idêntica.Milhares de alunos de todas as escolas da Região mostram a sua dedicação ao desporto e à actividade física, tendo a cerimónia de abertura homenageado o popular cantor madeirense Max. Este ano a novidade foi a inclusão de actividades náuticas, mas são muitas as modalidades que entusiasmam os mais jovens, da natação ao andebol, do ténis de mesa à ginástica rítmica e outras.
Oiça aqui o nosso Max a cantar um dos seus muitos êxitos imortais!
Da Madeira para o Carnegie Hall
A Orquestra Clássica da Madeira é actualmente constituída por 52 músicos. Ao longo da sua história, fruto do esforço conjunto de muitas pessoas a Orquestra Clássica da Madeira tem vindo a tornar-se uma referência a nível regional e nacional, pela sua reconhecida competência artística. Um projecto com quarenta e dois anos de história, recentemente convertido num modelo jurídico de Fundação, mais atraente para o investimento privado, e que teve a sua génese na Orquestra de Câmara da Madeira, fundada pelo Prof. Jorge Madeira Carneiro. O Governo Regional da Madeira é o principal fundador do projecto hoje muito acarinhado pela população madeirense.
A visão inovadora e carisma do actual Maestro titular, Rui Massena, tem guiado a orquestra no mesmo sentido das orquestras das grandes cidades europeias, o que se traduz na tendência de conquistar de novos espaços e contextos para a música clássica, através de reportórios ecléticos e vitalidade da programação.
Uma orquestra cada vez mais internacional, que integra músicos de várias nacionalidades escolhidos pela sua excelência profissional e com convidados nacionais e internacionais de grande notoriedade.
http://www.meloteca.com/orquestras.htm
O maestro Rui Massena dirigiu ontem no Carnegie Hall, em Nova Iorque, a New England Symphonic Ensemble, numa interpretação do Concerto para piano e orquestra n.º 3 de Beethoven, a abertura do "Prometeus", com Antonio DiCristofano ao piano.
Em declarações à Lusa, o jovem maestro da Orquestra Clássica da Madeira disse que a actuação no Carnegie Hall foi um dos pontos altos da sua carreira.
«É o desaguar de uma série de experiências que eu tenho tido ao longo destes anos em que sou director de orquestra», afirmou Rui Massena, confessando-se «muito feliz».
«É um dos pontos máximos que tive nestes últimos anos», sublinhou.
Para Massena, o primeiro português a dirigir uma orquestra no Carnegie Hall, a actuação de ontem «enquadra-se completamente» na sua carreira.
«É para isto que estudamos todos os dias e é para isso que procuramos compreender o que é a vida dos compositores», acrescentou.
O maestro actuou num auditório lotado, recebendo muitos aplausos.
De lembrar que Rui Massena, com a Orquestra Clássica da Madeira, acompanhou no Funchal um concerto de Rui Veloso e, mais recentemente, colaborou no álbum "Amor, escárnio e mal dizer", dos Da Weasel.
Sobre estas experiências, o maestro disse à Lusa que representam cerca de cinco por cento da sua «vida normal enquanto director de orquestra».
«Mas são coisas que eu gosto de fazer porque eu acho que em Portugal precisamos de levar a orquestra às pessoas» e mostrar o potencial que tem «para amplificar seja o que for», adiantou.
Rui Massena revelou que a escolha da peça interpretada em Nova Iorque foi-lhe imposta pela organização, confessando que preferia interpretar um compositor moderno português.
«Se não fossem completamente modernos e actuais, gostaria, por exemplo, de fazer Stravinsky», disse.
O maestro tem esperança que a música erudita possa captar as camadas mais jovens, «sobretudo mostrando-lhes que isto não é um mundo assim tão complicado».
«Hoje há um grande número de autores a fazerem música, e muito bons», disse adiantando que existe em Portugal «uma geração extraordinária de compositores».
«Há meia dúzia de maestros que são bem formados e que podem fazer o seu trabalho em qualquer parte do mundo», frisou à Lusa.
Odília Gouveia
Jornal da Madeira
sexta-feira, maio 11, 2007
Ainda e sempre a minha Tété
Há um ano, nesse dia, estivemos a festejar e ela estava uma flor, linda como sempre, bem disposta, feliz.
Cinco meses depois já foi embora, e ainda não consigo perceber bem como, nem porquê.
Esta noite sonhei com ela. Sonhei que ainda estava por cá, que lhe telefonava para combinarmos um 'programa', e iamos de novo, ela toda bem arranjada, 'toilette' caprichada, comer uns mariscos do seu agrado, depois passear e conversar a tarde toda. Sonhei que tinha de novo a intuição maternal dela, a suspeitar quando eu não estava totalmente bem.
Acordei e vi que ela está mais longe da minha vista. Nunca do meu coração.
E se alguma coisa não está bem, é pela falta que ela me faz.
Nova companhia na blogosfera!!

A Maria80 é uma dessas pessoas!
Por isso convido todos os que passam por aqui, a visitar também o novo blog criado pela minha querida Amiga e quase avó da minha filha Joana, a Avó Tété. Ela está a começar nestas lides dos blogs, mas já há muito que navega à vontade pela internet. É uma avó super corajosa, moderna, destemida! Vejo sempre os olhos do neto maior a brilhar de entusiasmo quando fala dela, da Avó Tété, cheio de orgulho e a apoiar os novos desafios que ela se propõe enfrentar.
Abraça a Joana como uma verdadeira avó, com carinho e alegria, esta nova avó que eu dou graças a Deus por existir na vida da minha filha e com a qual sei que ela vai sempre poder contar.
É uma maravilha tê-la aqui na blogosfera e na vida!
terça-feira, maio 08, 2007
Já chegou!!!

segunda-feira, maio 07, 2007
Maravilhoso!
http://haltadefinizione
cliquem com o rato sobre a imagem do fresco
domingo, maio 06, 2007
Senhora Cegonha
Dra Doolittle


Já me tem acontecido encontrar na rua um cachorro ou um gato e falar com eles Olá, então, estás bom? O que andas por aqui a fazer? Um passeiozinho, hein. Olha, cuidado com os carros, não atravesses agora!
O olhar das pessoas que vão a passar não é muito abonatório para a minha sanidade mental... mas pouco importa.
sábado, maio 05, 2007
Esfinge
Gracias a la vida
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me dio dos luceros que, cuando los abro,
perfecto distingo lo negro del blanco,
y en el alto cielo su fondo estrellado
y en las multitudes el hombre que yo amo.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado el oído que, en todo su ancho,
graba noche y día grillos y canarios;
martillos, turbinas, ladridos, chubascos,
y la voz tan tierna de mi bien amado.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado el sonido y el abecedario,
con él las palabras que pienso y declaro:
madre, amigo, hermano, y luz alumbrando
la ruta del alma del que estoy amando.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado la marcha de mis pies cansados;
con ellos anduve ciudades y charcos,
playas y desiertos, montañas y llanos,
y la casa tuya, tu calle y tu patio.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me dio el corazón que agita su marco
cuando miro el fruto del cerebro humano;
cuando miro el bueno tan lejos del malo,
cuando miro el fondo de tus ojos claros.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto.
Así yo distingo dicha de quebranto,
los dos materiales que forman mi canto,
y el canto de ustedes que es el mismo canto
y el canto de todos, que es mi propio canto.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
sexta-feira, maio 04, 2007
Falha por uma boa razão!
De cada vez que envio um e-mail a um(a) amigo(a) e ele regressa com a indicação de que a entrega falhou pela razão indicada, fico contente!
Assim sei que o amigo ou a amiga andam no "bembom", de férias, em viagem...e não estão em casa para esvaziar a caixa de correio electrónico ;-)
Há gente com sorte!




















