quarta-feira, setembro 26, 2007

domingo, setembro 23, 2007

Pedimos desculpa

Olha que dois!


O tempo não anda alegre. O meu tempo, quero eu dizer. Mas hoje, ao visitar o blogue da filha, cliquei no link de um dos comentadores dela e encontrei esta maravilha que tornou o meu dia menos sombrio.

http://www.whitehouse.gov/news/releases/2007/09/20070917-6.html

Agradeço aos incontornáveis dirigentes, George W. Bush mundial e José Sócrates nacional, o momento de boa disposição que me proporcionaram. A conversa entre os dois é uma peça verdadeiramente hilariante.

quinta-feira, setembro 06, 2007

PAVAROTTI




Nessun dorma!... Tu pure, o Principe(ssa),
Nella tua fredda stanza
Guardi le stelle
Che tremano d'amore e di speranza

segunda-feira, setembro 03, 2007

Quantos mais...melhor

imagem: myspoiledbaby.com/library/NoahsArk

Em nossa casa sempre houve animais. Cães, gatos, pássaros, tartarugas, hamsters, às vezes em coabitação simultânea, outros em fazes sucessivas, mas sempre por perto. Sempre fazendo parte do nosso agregado com lugar de destaque. Gozando de acesso directo a todos os cantos da casa, no caso dos quatro patas. Amados por todos nós.
Talvez por isso faz-me um bocadinho de confusão ver que algumas crianças crescem com medo dos animais, fazendo birra quando eles se aproximam e alguns pais que os afastam do contacto directo, temendo pela sua segurança ou achando que é falta de higiene tocar-lhes. Grande erro!
Felizmente todos os meus descendentes, mesmo pequeninos, gostam de ter animais por perto e dedicam-lhes um afecto incondicional.Sem reservas.

Cuidado!

Cuidado! Veja onde pisa! Logo ali, perto dos seus pés, no alinhamento dos seus passos, pode estar um ser vivo, delicado e frágil, que deve ser poupado a sofrimento e destruição.

Pedra que não rola

A rolling stone gathers no moss.
Pedra que rola não agarra musgo.
Ao encontrar esta pedra no meu caminho, num passeio ao Pico do Areeiro, lembrei-me do provérbio e transferi-o para a vida. 'A pedra que rola' poderá significar que, quem não fica muito tempo num lugar, não aceita nem assume responsabilidades? Vai 'rolando', parando aqui e ali, mas não fica? Não assenta? Terá outra interpretação possível, mas esta é a que me ocorre.
Então olhei para a minha própria vida e vi que comigo aconteceu o contrário. Fiquei. Permaneci. Não fui pedra que rola. Assumi responsabilidades para a vida e, em consequência dessa opção, agarrei musgo.
Hoje sinto que valeu a pena, que foi a escolha certa. Coberta de musgo sinto-me aconchegada, protegida e bem 'composta'.