domingo, abril 29, 2007

PARABÉNS À JOANA!



PARABÉNS À JOANA

PELO 1º ANIVERSÁRIO DO SEU BLOG

QUE REPRESENTA


MUITO TALENTO

E

MUITO CONHECIMENTO,

DE SI PRÓPRIA E DO MUNDO À SUA VOLTA.

sexta-feira, abril 27, 2007

Eles já começaram a chegar!!

Quem?
Os votos para as Eleições Regionais de 06 de Maio

Hoje os estudantes que estão deslocados, fora da Região Autónoma da Madeira, votaram nas Câmaras Municipais das cidades onde os seus estabelecimentos de ensino superior se localizam. Pelo menos aqueles que requereram o voto antecipado. E lá virão os seus boletins de voto, lacrados à vista, de volta à Região. Houve um tempo em que o voto antecipado não era possível para os estudantes. Mal! São cidadãos de pleno direito. Não sei como se esqueceram deles durante tanto tempo!

Está a aproximar-se o dia das Eleições Regionais.

Rafeiros e lindos


Os nossos rafeiros do Liceu

A SPAD, Sociedade Protectora dos Animais Domésticos do Funchal, lembra no DN de hoje e uma vez mais, que necessita de mais donativos e apoios para cuidar dos muitos animais que tem sob a sua protecção. Lembrou ainda as quotas em atraso. Meti a mão na consciência e fui até lá, pôr as contas em dia...
Temos a mania de ter 'lulus ' de raça pura, cheios de pedigree. Contra mim falo, que já tenho a segunda cocker spaniel a alegrar ( e às vezes a complicar...) a nossa vida. Mas acho tão lindos os 'vira-latas', rafeiros, tão espertos e dedicados. A SPAD tem muitos desses. Parece que pedem leva-me contigo!
Ainda um dia hei-de ter um, daqueles que não têm casa nem carinho, orelhas caídas, rabo pendente e imóvel, e hei-de conseguir que ele abane o rabo de contente e sorria, pulando e correndo de alegria, por ter encontrado uma família.

Foi há 70 anos


O 70º aniversário do bombardeamento da localidade basca de Guernica pela aviação alemã ao serviço de Franco, tornou-se ontem um símbolo da Paz, numa homenagem às vítimas da guerra e numa esperança de pacificação do País Basco.
Como parte da homenagem, foi lida a declaração "Guernica pela Paz" que afirma uma "aposta incondicional no diálogo" como único caminho para conseguir a Paz, quer no País Basco, quer em qualquer outro ponto do planeta.
Qualquer esforço de Paz obriga ainda ao "respeito à diferença e à aceitação mútua" e ao "compromisso de todos".
Os sobreviventes do ataque receberam o prémio "Guernica pela Paz e pela Reconciliação".

Na tarde de 26 de Maio de 1937, uma segunda-feira de mercado, sem aviso prévio, a legião Condor da aviação alemã, apoiada por aviões italianos, bombardeou a vila durante três horas, reduzindo a localidade praticamente a escombros.

baseado no DN-Madeira

Tantos anos depois, e apesar dos esforços internacionais, insuficientes, o mundo ainda não alcançou a Paz. Um ataque como o de Guernica seria impensável na Europa de hoje, felizmente, mas não nos tranquiliza o panorama global. Muito ainda terá de ser feito para que, de forma generalizada, a tolerância e o diálogo se sobreponham aos conflitos, que matam civis e destroem património, semeiam a insegurança e roubam a esperança num amanhã melhor para as novas gerações.

quinta-feira, abril 26, 2007

Também eu!!

Também eu, Mr Dos Passos! Também eu!!

Alzheimer lembrado e apoiado, também em Abril

Tuna de Bandolins do Gabinete Coordenador do Ensino Artístico

grupo de 'gente que gosta de cantar'
entoando 'canções de Abril'





Uma família representou um sketch de sua autoria,
sobre a sua experiência no acompanhamento de uma mãe e avó com
Alzheimer

O Grupo de Flautas de Bisel do Gabinete Coordenador do Ensino Artístico

A 'Estudantina', formada por estudantes e antigos estudantes
do ensino superior, rapazes talentosos, alegres e sempre disponíveis
para participar em acções de solidariedade

Realizou-se ontem, no Centro Cultural John Dos Passos, na Ponta do Sol, um espectáculo para angariação de fundos a favor da Delegação na Madeira da Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer (APFADA), organizado por jovens colaboradoras técnicas da Associação. A iniciativa foi um sucesso e as organizadoras estão de parabéns.

quarta-feira, abril 25, 2007

25 de Abril! SEMPRE!


"Flores para Coimbra". Música de Joaquim Fernandes , letra da Manuel Alegre

Que mil flores desabrochem. Que mil flores
(outras nenhumas) onde amores fenecem
que mil flores floresçam onde só dores
florescem.

Que mil flores desabrochem. Que mil espadas
(outras nenhumas não)
onde mil flores com espadas são cortadas
que mil espadas floresçam em cada mão.

Que mil flores floresçam
onde só penas são.
Antes que amores feneçam
que mil flores desabrochem. E outras nenhumas não.

domingo, abril 22, 2007

Award - Blogs que fazem pensar!

Estava eu muito longe de ser nomeada para o

"5 Blogs That Make Me Think"

quando o amigo Soslayo , do In Mente, se lembrou de mim!
Ele é um conterrâneo muito simpático, mas meteu-me num sarilho...
De qualquer modo agradeço a distinção,
que farei sempre por merecer.

Gostaria de nomear mais do que cinco
mas estou limitada a esse pequeno número.
Por isso, não se ofendam os que não estão na lista.
Os amigos brasileiros que me desculpem também,
mas vou nomear, desta vez, apenas portugueses.
Um critério que não significa, é claro, que os seus blogs não me fazem pensar.

Então, tal como todos os blogs meus amigos, linkados no meu,
estes são...

5 blogs que me fazem pensar

alguns anos depois

no espaço uma espiral

pensei que sabia


menos - muito menos

a curva da estrada

Os nomeados deverão copiar a imagem (selo) para o seu blog, fazer um post e nomear outros cinco.

Em tempo aqui declaro que eu gostaria de pensar e escrever assim, como o amigo blogueiro Simão Cireneu
acerca deste assunto dos blogs que nos fazem pensar.







Só quem tem unhas...

www.fcsh.unl.pt/.../Guitarra%20portuguesa.JPG

Nunca tive dúvida de que a minha filha Joana, ao escolher Engenharia Civil e no Instituto Superior Técnico, tinha optado por um dos cursos mais duros de entre todos. Por isso também um dos melhores na área, reconhecido pela alta qualidade da sua estrutura curricular e dos seus docentes, com credibilidade em Portugal e no mundo.
Chegada ao final, depois de muito esforço, persistência e coragem, sem esmorecer e sempre cheia da convicção inabalável de que tinha ido pelo caminho mais difícil e mais certo, uns 50 'cadeirões' vencidos, eis que o país é abanado pela estória risível e tragicómica de um primeiro-ministro que chega a licenciado na mesma área através de subterfúgios, trapaças, oportunismo e fuga à responsabilidade, concluindo as obrigações académicas com quatro cadeiras regidas pelo mesmo docente, coisa nunca antes vista, num ano da graça em que foi caso singular, e com mais um exame de Inglês Técnico, matéria de um 'caro amigo', disciplina que nunca constou do curriculum da minha filha nem de nenhum dos muitissimos engenheiros civis que conheço.
Conclusão: há 'guitarradas' que só estão ao alcançe de quem tem unhas. E o primeiro-ministro deste país deve ter roído as dele todas em pequenino e, vá-se lá saber porquê, não voltaram a crescer.

sábado, abril 21, 2007

Noite de Abril

Noite de Abril

Hoje, noite de Abril, sem lua,
A minha rua
É outra rua.
 
Talvez por ser mais que nenhuma escura
E bailar o vento leste
A noite de hoje veste
As coisas conhecidas de aventura.
 
Uma rua nova destruiu a rua do costume.
Como se sempre nela houvesse este perfume
De vento leste e Primavera,
A sombra dos muros espera
 
Alguém que ela conhece.
E às vezes, o silêncio estremece
Como se fosse a hora de passar alguém
Que só hoje não vem.
 
Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
Caminho

quinta-feira, abril 19, 2007

Novo membro da família

Eheheh, podia ter chegado a cegonha, mas ainda não...
Este novo membro da família é de quatro patinhas.

Ao menos uma!


A circunstância de ser filha única sempre me pesou, como um destino que não quis e que sentia como triste e injusto.
Até ter uns dezoito anos não parei de pedir a Deus e a minha mãe que me dessem um irmão ou uma irmã. Como as minhas preces não foram escutadas, deixei de falar no assunto, mas nunca o abandonei no meu coração.
Observei sempre as famílias maiores, onde os vários filhos brincavam juntos, dividiam o que tinham e se ajudavam pela vida fora. Claro que também vi muitos irmãos que se ignoravam ou até se degladiavam, por razões que sempre me pareciam falhas de razão.
Fui uma criança muito quieta e solitária, um pouco tristonha. Passava muito tempo a ler e a ouvir música e adorava ter em casa a visita de uma amiga, que viesse alegrar-me a solidão, animar as brincadeiras de criança ou ouvir as confidências de adolescente.
Quando ia nascer a minha segunda filha, perguntavam-me se 'estava à procura de um rapaz desta vez'. Não, não, não estava nada! Estava, isso sim, a querer muito que a primeira não ficasse filha única como eu. Estava também a aceder ao pedido dela para que lhe desse 'uma mana' pois também ela não estava disposta a ficar filha única.Tivemos sorte e chegou a Joana, para alegria geral! Sempre senti um grande conforto por saber que as minhas filhas se têm uma à outra, para o que der e vier. Mesmo e sobretudo, se eu já não estiver mais por cá.

Isto veio a propósito de um post da Segredos , felicitando a sua 3ª irmã. Que injustiça, viu Segredos. Você conta irmãs com números de ordem e eu não tenho, nem ao menos uma !!...

quarta-feira, abril 18, 2007

Uma experiência muito interessante

Pedindo licença ao Jornal de Notícias e à colega Adília, que me enviou por mail a notícia que relata a experiência. Achei deveras interessante e resolvi partilhar aqui.

Violinista célebre tocou no metro N.Y. e foi ignorado

Numa experiência inédita, Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do Mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metro de Washington, de manhã, em hora de ponta, despertando pouca ou nenhuma atenção. A provocatória iniciativa foi da responsabilidade do jornal "Washington Post", que pretendeu lançar um debate sobre arte, beleza e contextos.

Ninguém reparou também que o violinista tocava com um Stradivarius de 1713 - que vale 3,5 milhões de dólares. Três dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam 100 dólares, mas na estação de metro foi ostensivamente ignorado pela maioria. A excepção foram as crianças, que, inevitavelmente, e perante a oposição do pai ou da mãe, queriam parar para escutar Bell, algo que, diz o jornal, indicará que todos nascemos com poesia e esta é depois, lentamente, sufocada dentro de todos nós. *"Foi estranho ser ignorado"* Bell, que é uma espécie de 'sex symbol' da clássica, vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, interpretou "Chaconne", de Bach, que é, na sua opinião, "uma das maiores peças musicais de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história". Executou ainda "Ave Maria", de Schubert, e "Estrellita", de Manuel Ponce - mas a indiferença foi quase total. Esse facto, aparentemente, não impressionou os utentes do metro. "Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam", disse Bell, habituado ao aplauso.

"Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um telemóvel toca. Mas no metro as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido pelo mínimo reconhecimento, mesmo um simples olhar", acrescentou. O sucedido motiva o debate foi este um caso de "pérolas a porcos"?

É a beleza um facto objectivo que se pode medir ou tão-só uma opinião? Mark Leitahuse, director da Galeria Nacional de Arte, não se surpreende: "A arte tem de estar em contexto". E dá um exemplo: "Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará". Para outros, como o escritor John Lane, a experiência indica a "perda da capacidade de se apreciar a beleza". O escritor disse ao "Washington Post" que isto não significa que "as pessoas não tenham a capacidade de compreender a beleza, mas sim que ela deixou de ser relevante".

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/video/2007/04/09/VI2007040900536.html

domingo, abril 15, 2007

Tenho fases...


foto de Frederico Homem de Gouveia
LUA ADVERSA 
 
Tenho fases, como a lua 
Fases de andar escondida, 
fases de vir para a rua... 
Perdição da minha vida! 
Perdição da vida minha! 
Tenho fases de ser tua, 
tenho outras de ser sozinha. 
 
Fases que vão e vêm, 
no secreto calendário 
que um astrólogo arbitrário 
inventou para meu uso. 
 
E roda a melancolia 
seu interminável fuso! 
Não me encontro com ninguém 
(tenho fases como a lua...) 
No dia de alguém ser meu 
não é dia de eu ser sua... 
E, quando chega esse dia, 
o outro desapareceu... 
 
                   Cecília Meireles 

segunda-feira, abril 09, 2007

The Queen Symphony


Ontem à noite a RTP-Madeira transmitiu a gravação da estreia mundial da Sinfonia The Queen, composta por Tolga Kashif que na ocasião, 06 de Novembro de 2002, dirigia a Royal Philharmonic Orchestra no Royal Festival Hall, em Londres. Trata-se de uma obra de grande impacto e qualidade, para orquestra e coro, em homenagem ao legado musical dos lendários Queen. Estavam presentes Brian May, Roger Taylor e a mãe de Freddie Mercury, Jer Bulsara.
A obra percorre diversos êxitos dos Queen, reconhecíveis e admiravelmente integrados, com cambiantes que vão do dramatismo forte à suavidade melódica, executados por uma grande orquestra e solistas, com coro. Qualquer coisa de magnífico, 'something monumental and quite outrageous' nas palavras de Brian May.
O album foi gravado também em 2002 pelos EMI Classics e eu vou, a partir de hoje, encetar uma demanda deste pequeno Graal na FNAC. Experimentem fazer o mesmo. Vale a pena.

O fim das lojas de tecidos?

Há dias, ao colocar no site Olhares uma foto minha de uma pequena e colorida loja tradicional que encontrei em Roma afirmei, no resumo que a acompanha, ser adepta confessa do comércio tradicional. De facto, agrada-me o atendimento personalizado, a atenção dada ao 'cliente habitual', a atmosfera que nos faz sentir que ali somos bem vindos e bem recebidos. Não quero afirmar que tal acontece sempre, mas esta é a experiência que tenho desde miúda, quando acompanhava a minha mãe 'às compras'. Lembro-me de ela ser tratada com toda a deferência e atenção nas lojas de venda de tecidos a metro, onde ia com alguma frequência pois toda a roupa que vestia era feita por medida e executada por modistas, estas também profissionais que parecem estar a desaparecer. Lembro-me de a minha mãe ser nessas lojas tratada pelo nome enquanto lhe traziam uma cadeira para se sentar e comodamente escolher os tecidos que com toda a paciência e sem pressa iam desdobrando e oferecendo ao seu olhar apreciador.
Vem isto a propósito da notícia difundida pela agência Lusa e reproduzida no DN-Madeira e no Jornal de Notícias do encerramento da centenária loja Tecidos do Rossio em Lisboa, que chegou a ter doze empregados e vai agora mandar para o desemprego os quatro últimos sobreviventes da crise anunciada.
O responsável pela loja fala em dificuldades de vária ordem, entre elas a falta de sucessão por parte dos filhos para continuar o negócio e o facto de as senhoras agora já não mandarem fazer vestidos, não porque não gostem mas por não terem quem os faça. As suas clientes ainda 'resistentes' consideram que a roupa mandada fazer não é mais cara e 'assenta' melhor, sobretudo àquelas que não têm medidas de 'modelo' e afirmam que a roupa comprada já feita, 'quando barata é de fraca qualidade e quando boa é demasiado cara'.
No Funchal ainda sobrevivem algumas lojas de tecidos, mas também já encerraram as portas algumas outras, seguindo a tendência geral. Quem tiver uma modista ( não desista da sua 'arte', D.Manuela!) ou souber confeccionar os seus fatos (!) ainda pode comprar tecidos na Casa Inglesa, na Casa Tavares ou no Último Figurino. Será bem atendido. Mas até quando essas lojas poderão manter as portas abertas?

sábado, abril 07, 2007

Dilúvio Pascal?


A nossa Páscoa está, na hora em que vos escrevo, a ser aspergida por grande chuvada, acompanhada de uma tal trovoada, que mais parece Dilúvio!
Mas como aqui na nossa bela Ilha da Madeira, tempo ruim é sempre passageiro, ainda não acabei de escrever e já a tempestade amainou...
Ora então, aproveito para desejar

Páscoa Feliz para todos os amigos,
os que comentam,
e os que só espreitam...


segunda-feira, abril 02, 2007

domingo, abril 01, 2007

31 Março 1975 / 31 Março 2007







Um fim-de-semana na Quinta do Arco, Arco de S.Jorge, Madeira.
32 anos de um casamento feito no Céu, bem vivido na Terra.
Deliciosa oferta das filhas, Catarina e Joana.
A elas, e também a Deus,
agradecemos.